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Prémio de três milhões para presidente da TAP pode ser inválido |
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O bónus que a presidente executiva da TAP, Christine Ourmières-Widener, pode receber caso cumpra o plano de reestruturação da companhia aérea até 2025 pode chegar até aos três milhões de euros.
Mas também poderá nunca vir a ser pago.
A notícia foi avançada, esta quinta-feira, pelo Jornal Económico, que revela que a contratação da CEO foi aprovada com "conhecimento das condições remuneratórias", mas o valor do prémio não terá sido ratificado.
Uma das alíneas ditava que o contrato, para ser válido, teria de ser aprovado em assembleia-geral da TAP, o que não terá acontecido.
A contratação foi levada a assembleia-geral e aprovada com "conhecimento das condições remuneratórias", mas o prémio nunca foi oficialmente ratificado.
Segundo a CNN Portugal, o Ministério das Infraestruturas e das Finanças tiveram conhecimento do salário dos administradores da TAP.
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